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segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

A boneca e a rosa

 Eu me apressei dentro de uma loja de departamentos local para pegar alguns presentes de natal de última hora. Olhei para todas aquelas pessoas e queixei-me comigo mesmo: "Eu ficarei aqui para sempre e ainda tenho muito o que fazer". O Natal estava começando a se tornar estressante. Eu tipo que desejei passar o Natal dormindo. Mas me apressei o melhor que pude no meio de todas as pessoas em direção ao departamento de brinquedos. Mais uma vez resmunguei comigo mesmo sobre os preços de todos aqueles brinquedos. E imaginei se os netos iriam sequer brincar com eles.
Eu me encontrava no corredor das bonecas. Pelo canto do olho vi um garotinho, lá pelos seus 5 aninhos, segurando uma adorável boneca. Ele continuou tocando os cabelos dela e a segurava com tanta suavidade. Eu não me continha. Eu apenas continuei olhando para garoto e imaginei para quem seria aquela boneca.
Eu vi o menino se virando em direção a uma mulher, chamar sua tia pelo nome e dizer: "Você tem certeza de que não tenho o dinheiro suficiente?"
Ela respondeu um pouco impaciente: "Você sabe que não tem o dinheiro suficiente para isso."
A tia disse ao garotinho para não ir em nenhum lugar onde ela teria que pegar algumas outras coisas e que estaria de volta em alguns minutos. Então, ela deixou o corredor. O garoto continuou a segurar a boneca.
Após um tempo eu perguntei ao menino para quem seria a boneca e ele disse: "É a boneca que minha irmã tanto queria para o Natal. Ela sabia que o Papai Noel a traria.”
Eu disse a ele que talvez o Papai Noel pudesse levá-la. Ele disse "Não, o Papai Noel não pode ir onde minha irmã está... Eu tenho que dar a boneca para minha mãe levá-la.”
Eu perguntei a ele onde a irmã dele estava.
Ele olhou para mim com os olhos mais tristes e disse: "Ela se foi para estar com Jesus. Meu pai disse que mamãe tem que ir estar com ela.
Meu coração quase parou de bater.
Então o garoto olhou para mim novamente e disse, "Eu disse ao meu pai para dizer a mamãe para não ir ainda. Eu disse a ele para dizê-la para me esperar voltar do mercado. "
Então ele me perguntou se eu queria ver a foto dela.
Eu disse a ele que adoraria.
Ele pegou algumas fotos que ele tinha tirado em frente da loja. Ele disse:
“ Eu quero que minha mãe leve isto com ela então ela jamais se esquecerá de mim. Eu amo muito a minha mãe e desejo que ela não tenha que me deixar. Mas papai disse que ela precisa estar com minha irmã. "
Eu vi que o garotinho tinha baixado sua cabeça e tinha ficado muito quieto. Enquanto ele não estava olhando eu peguei minha bolsa e tirei um monte de notas. Eu perguntei ao garoto: "Vamos contar aquele dinheiro mais uma vez?"
Ele ficou agitado e disse "Sim, eu sei que isso tem que ser o suficiente".
Então eu juntei meu dinheiro ao dele e começamos a contá-lo. Claro que era mais do que suficiente para a boneca.
Ele gentilmente disse: "Obrigado Jesus por me dar o dinheiro suficiente."
Então o garoto disse: "Eu tinha pedido a Jesus para me dar o dinheiro suficiente para comprar esta boneca e então mamãe pode levá-la com ela para dar a minha irmã. E ele ouviu minhas preces. Eu queria pedi-lo o suficiente para comprar para minha mamãe uma rosa branca, mas não pedi, mas ele me deu o suficiente para comprar a boneca e a rosa para minha mamãe. Ela ama tanto rosas brancas, mas tanto, mas tanto.
Em alguns minutos a tia dele voltou e eu afastei meu carrinho. Não pude evitar de pensar sobre o garotinho quando terminei minhas compras em um espírito totalmente diferente daquele de quando comecei. E continuo lembrando uma história que tinha visto no jornal alguns dias antes sobre um motorista bêbado batendo o carro e matando uma garotinha e deixando em estado grave sua mãe. A família estava decidindo quando remover os aparelhos que a mantinham viva. Mas certamente esse garotinho não pertencia àquela mesma história. Dois dias depois eu li num jornal que a família tinha desconectado os aparelhos e a jovem mulher havia morrido. Não pude esquecer o garotinho e fiquei imaginando se as histórias estavam de alguma forma conectadas.
Mais tarde naquele dia, não pude me conter e sai para comprar algumas rosas brancas e levá-las para a funerária onde a jovem mulher estava. Lá, ela estava segurando uma amável rosa branca, uma linda boneca e uma foto do garotinho na loja. Eu sai de lá em lágrimas, minha vida mudara para sempre. O amor daquele garotinho por sua irmã e sua mãe era irresistível. E em um segundo um motorista bêbado tinha rasgado a vida daquele garotinho em pedaços...
Preocupe-se um pouco com as outras pessoas, antes de sair dirigindo bêbados pelas ruas, e pegue as chaves daqueles que julgar necessário, assim você estará salvando outras vidas e a sua também...
Autor desconhecido
Pense nisso e seja responsável... Lembre-se que você  poderá um dia estar no lugar desse garotinho, vendo sua filha, sua esposa sendo sepultada, assistindo o sofrimento de uma criança que perdera a mãe e a irmã num ato de extrema irresponsabilidade...

domingo, 4 de dezembro de 2011

Gratidão


Um dia, quando eu era um calouro na escola, eu vi um garoto de minha sala caminhando para casa depois da aula. Seu nome era Kyle. Parecia que ele estava carregando todos os seus livros. Eu pensei: "Por que alguém iria levar para casa todos os seus livros numa Sexta-Feira? Ele deve mesmo ser um C.D.F". Eu já tinha meu final de semana planejado (festas e um jogo de futebol com meus amigos Sábado de tarde), então eu dei de ombros e segui meu caminho. Conforme eu ia caminhando, eu vi um grupo garotos correndo na direção dele. Eles o atropelaram, arrancando todos os seus livros de seus braços e o empurrando, de forma que ele caiu no chão. Seus óculos voaram, e eu os vi aterrissarem na grama alguns metros de onde ele estava. Ele ergueu o rosto e eu vi a terrível tristeza em seus olhos. Meu coração se penalizou por ele. Então eu corri até ele enquanto ele engatinhava, procurando por seus óculos, e eu pude ver uma lágrima em seu olho. Enquanto eu lhe entregava os óculos eu disse: "Aqueles caras são uns otários. Eles realmente deviam arrumar uma vida própria". Ele olhou para mim e disse, "Hei obrigado!". Havia um grande sorriso em sua face. Era um daqueles sorrisos que realmente mostram gratidão. Eu o ajudei a apanhar seus livros, e perguntei onde ele morava. Por coincidência ele morava perto da minha casa, então eu perguntei como nunca o havia visto antes. Ele respondeu que antes ele frequentava uma escola particular. Nós conversamos por todo o caminho de volta para casa, e eu carreguei seus livros.
Ele se revelou um garoto bem legal. Eu perguntei se ele queria jogar futebol no Sábado comigo e meus amigos. Ele disse que sim. Nós ficamos juntos por todo o final de semana e quanto mais eu conhecia Kyle, mais eu gostava dele. E meus amigos pensavam da mesma forma. Chegou a Segunda-Feira, e lá estava o Kyle com aquela quantidade imensa de livros outra vez. Eu o parei e disse, "Caramba, rapaz, você vai ficar realmente musculoso carregando uma pilha de livros assim todos os dias!". Ele simplesmente riu e me entregou metade dos livros. Pelos próximos quatro anos Kyle e eu nos tornamos melhores amigos. Quando estávamos nos formando começamos a pensar na Faculdade. Kyle decidiu ir para Georgetown, e eu ia para a Duke. Eu sabia que seríamos sempre amigos, que a distância nunca seria um problema. Ele seria médico, e eu ia tentar uma bolsa escolar no time de futebol. Kyle era o orador oficial de nossa turma. Eu o provocava o tempo todo sobre ele ser um C.D.F. Ele teve que preparar um discurso de formatura. Eu estava super contente em não ser eu quem deveria subir no palanque e discursar. No dia da Formatura eu vi Kyle. Ele estava ótimo. Ele era um daqueles caras que realmente se encontraram durante a escola. Ele estava mais encorpado e realmente tinha uma boa aparência, mesmo usando óculos. Ele saía com mais garotas do que eu, e todas as meninas o adoravam! Às vezes eu até ficava com inveja. Hoje era um daqueles dias. Eu podia ver o quanto ele estava nervoso sobre o discurso. Então eu dei um tapinha nas costas dele e disse: "Hei, garotão, você vai se sair bem!". Ele olhou para mim com aquele olhar (aquele olhar de gratidão) e sorriu. "Valeu", ele disse. Quando ele subiu no oratório, ele limpou a garganta e começou o discurso: "A Formatura é uma época para agradecermos àqueles que ajudaram você durante estes anos duros. Seus pais, seus professores, seus irmãos, talvez até um treinador... mas principalmente aos seus amigos. Eu estou aqui para lhes dizer que ser um amigo para alguém é o melhor presente que você pode lhes dar. Eu vou lhes contar uma história". Eu olhei para o meu amigo sem conseguir acreditar enquanto ele contava a história sobre o primeiro dia em que nos conhecemos. Ele havia planejado se matar naquele final de semana. Ele contou a todos como ele havia esvaziado seu armário na escola, para que sua Mãe não tivesse que fazer isso depois que ele morresse, e estava levando todas as suas coisas para casa. Ele olhou diretamente nos meus olhos e me deu um pequeno sorriso. "Felizmente eu fui salvo. Meu amigo me salvou de fazer algo inominável". Eu observava o nó na garganta em todos na plateia enquanto aquele rapaz popular e bonito contava a todos sobre aquele seu momento de fraqueza. Eu vi sua mãe e seu pai olhando para mim e sorrindo com aquela mesma gratidão. Até aquele momento eu jamais havia me dado conta da profundidade do sorriso que ele me deu naquele dia. Nunca subestime o poder de suas ações. Com um pequeno gesto você pode mudar a vida de uma pessoa. Para melhor ou para pior. Deus nos coloca a todos nas vidas uns dos outros para que tenhamos um impacto um sobre o outro de alguma forma. Procure o bem nos outros. Como você posso ver, eu escolhi a primeira opção.
"Amigos são anjos que nos deixam em pé quando nossas asas têm problemas em se lembrar de como voarem".
Autor Desconhecido...

domingo, 27 de novembro de 2011

Você é um vencedor


Erre por tentar, nunca por se omitir
Sonhe...trace metas,
Não digas que é tarde demais,
que o tempo passou,
que não dá mais tempo...
Você não é um derrotado!

Na faculdade, tive um amigo,
jovem-idoso,
setenta anos...
A cabeça cheia de sonhos...
Formou-se em Literatura,
tinha sede de cultura
e seu sonho prioritário
era escrever um livro...

Os professores o ajudaram
e, no decorrer do curso,
realizou o seu sonho,
com direito a coquetel
e autógrafos do autor...
Eram crônicas engraçadas,
poesias românticas...
Falava de sociedade,
do cotidiano, de cidadania...
Grande poeta...José Franco!
Que consciência ele tinha
que a vida é bela...
Maior prêmio do Criador...

Quando deixamos de sonhar,
a vida perde o brilho...
Sonhos só não se tornam reais
se não os colocarmos
como prioridades
e entregá-los
aos cuidados do PAI...

Rejeite, portanto,
pensamentos negativos...
Determine ser feliz, agora!
Chega de conformismo!

Como diz Augusto Cury,
Temos que ser os autores,
não as vítimas da nossa história...
Autor desconhecido

domingo, 20 de novembro de 2011

O aluno agressivo e o professor paciente


Havia um aluno muito agressivo e inquieto naquela escola.
Ele perturbava a classe e arrumava freqüentes confusões com os colegas. Era insolente e desacatava a todos. Repetia os mesmos erros com freqüência. Parecia incorrigível.
Os professores não mais o suportavam. Cogitaram até mesmo de expulsá-lo do colégio. Antes disso, porém, entrou em cena um professor que resolveu investir naquele aluno.
Todos achavam que era perda de tempo, afinal, o jovem era um caso perdido. Mesmo não tendo apoio de seus colegas, o professor começou a conversar com aquele jovem nos intervalos das aulas.
No início era apenas um monólogo, só o professor falava.
Aos poucos, ele começou a envolver o aluno com suas própria histórias de vida e com suas brincadeiras.
De modo gradativo, professor e aluno construíram uma ponte entre seus mundos.
O professor descobriu que o pai do rapaz era alcoólatra e espancava o garoto e sua mãe.
Compreendeu que o jovem, aparentemente insensível, já tinha chorado muito e, agora, suas lágrimas pareciam ter secado.
Entendeu que sua agressividade era uma reação desesperada de quem pedia ajuda. Só que ninguém, até então, havia decifrado sua linguagem. Era mais fácil julgá-lo do que entendê-lo.
O sofrimento da mãe e a violência do pai produziram zonas de conflito na memória do rapaz. Sua agressividade era um eco da violência que recebia. Ele não era réu, era vítima. Seu mundo emocional não tinha cores.
Não lhe haviam dado o direito de brincar, de sorrir e de ver a vida com confiança.
Agora estava perdendo também o direito de estudar, de ter a única chance de progredir. Estava para ser expulso do Colégio.
Ao tomar consciência da real situação, o professor começou a conquistá-lo. O jovem sentiu-se querido, apoiado e valorizado, pela primeira vez na vida. O professor passou a educar-lhe as emoções.
Ele percebeu, logo nos primeiros dias, que por trás de cada aluno arredio, de cada jovem agressivo, há uma criança que precisa de afeto. Em poucas semanas todos estavam espantados com a mudança ocorrida. O rapaz revoltado começou a demonstrar respeito pelos outros. Abandonou sua agressividade e passou a ser afetivo.
Cresceu e tornou-se um aluno extraordinário. Tudo isso porque alguém não desistiu dele.
 Professores ou pais, todos queremos educar jovens dóceis e receptivos. Queremos ver brotar diante de nossos olhos as sementes que semeamos.
No entanto, são os jovens que nos desapontam, que testam nossa qualidade de educadores.
São filhos complicados que testam a grandeza do amor dos pais.
São os alunos insuportáveis que testam a capacidade de humanismo dos mestres.
Pais brilhantes e professores fascinantes não desistem dos jovens, mesmo que eles causem frustração e não lhes dêem o retorno imediatamente esperado.
Paciência é o segredo. A educação do afeto é a meta.
Os alunos que mais decepcionam hoje poderão ser aqueles que mais alegrias nos trarão no futuro.
Basta investir tempo e dedicação a eles.
Pense nisso...
Autor Desconhecido.

segunda-feira, 14 de novembro de 2011

O Perdão


Era um vez um rapaz que ia muito mal na escola. Suas notas e o comportamento eram uma decepção para seus pais que sonhavam em vê-lo formado e bem sucedido.
Um belo dia, o bom pai lhe propôs um acordo: Se você, meu filho, mudar o comportamento, se dedicar aos estudos e conseguir ser aprovado no vestibular para a Faculdade de Medicina, lhe darei então um carro de presente. Por causa do carro, o rapaz mudou da água para o vinho.
Passou a estudar como nunca e a ter um comportamento exemplar. O pai estava feliz, mas tinha uma preocupação. Sabia que a mudança do rapaz não era fruto de uma conversão sincera, mas apenas do interesse em obter o automóvel. Isso era mau!.
O rapaz seguia os estudos e aguardava o resultado de seus esforços. Assim, o grande dia chegou! Fora aprovado para o curso de Medicina. Como havia prometido, o pai convidou a família e os amigos para uma festa de comemoração. O rapaz tinha por certo que na festa o pai lhe daria o automóvel.
Quando pediu a palavra, o pai elogiou o resultado obtido pelo filho e lhe passou às mãos uma caixa de presente. Crendo que ali estavam as chaves do carro, o rapaz abriu emocionado o pacote. Para sua surpresa, o presente era uma Bíblia. O rapaz ficou visivelmente decepcionado e nada disse.
A partir daquele dia, o silêncio e distância separavam pai e filho. O jovem se sentia traído e, agora, lutava para ser independente. Deixou a casa dos pais e foi morar no Campus da Universidade. Raramente mandava notícias à família.
O tempo passou, ele se formou, conseguiu um emprego em um bom hospital e se esqueceu completamente do pai. Todas as tentativas do pai para reatar os laços foram em vão. Até que um dia o velho, muito triste com a situação, adoeceu e não resistiu. Faleceu.
No enterro, a mãe entregou ao filho, indiferente, a Bíblia que tinha sido o último presente do pai e que havia sido deixada para trás. De volta à sua casa, o rapaz, que nunca perdoara o pai, quando colocou o livro numa estante, notou que havia um envelope dentro dele.
Ao abri-lo, encontrou uma carta e um cheque. A carta dizia: "Meu querido filho, sei o quanto você deseja ter um carro. Eu prometi e aqui está o cheque para que você escolha aquele que mais lhe gradar. No entanto, fiz questão de lhe dar um presente ainda melhor: A Bíblia Sagrada. Nela aprenderás o Amor a Deus e a fazer o bem, não pelo prazer da recompensa, mas pela gratidão e pelo dever de consciência".
Corroído de remorso, o filho caiu em profundo pranto. Como é triste a vida dos que não sabem perdoar. Isto leva a erros terríveis e a um fim ainda pior.
Antes que seja tarde, perdoe aquele a quem você pensa ter lhe feito mal. Talvez se olhar com cuidado, vai ver que há também um "cheque escondido" em todas as adversidades da vida.
Autor Desconhecido

domingo, 6 de novembro de 2011

Eu Não Quero Te Perder


Mulheres de uma certa idade
Aprendem a confiar
E julgar todas as respostas dele
Tendo jogado o jogo da paquera
Ela não perde tempo
Porque tudo que ela quer é
Emoções realmente verdadeiras
Aquelas que não dão pra esconder
Embora eu mal saiba seu nome
Eu conheço o amor, eu conheço...
Eu não quero te perder
Eu não quero nem mesmo dizer adeus
Eu só quero me agarrar
A este amor verdadeiro, amor verdadeiro
Mulheres que já cometeram erros
Ficam com um pouco de medo
Não gostam de se arriscar
Ela vai jogar o jogo da espera
Ela não se impressiona
Com os avanços masculinos
Eu sei que acabei de te conhecer
Talvez eu não devesse fazer isso
Mas quando você olha pra mim daquele jeito
Há algo dentro de mim que é tão certo
Eu não quero te perder
Eu não quero nem mesmo dizer adeus
Eu só quero me agarrar
A amor verdadeiro, amor verdadeiro
Eu não quero te perder
E eu sempre quero me sentir desse jeito
Porque toda vez que estou com você
Eu sinto o amor verdadeiro, amor verdadeiro
Me diga que você é real
Que você não está fingindo
Vamos fazer um acordo
Porque meu coração tá dependendo de você

Tina Turner


domingo, 30 de outubro de 2011

Drama de um apaixonado


Quando a conheci eu tinha apenas 16 anos. Ela, eu não sei. Fomos apresentados numa festa por um rapaz que se dizia meu amigo. Foi atração à primeira vista.

– Ela me enlouquecia. Nossa ligação chegou a um ponto que já não conseguia viver sem ela. - Mas era uma relação proibida. Meus pais não aceitavam. Fui repreendido na escola e passei a buscá-la às escondidas. Mas aí não deu mais. Fiquei louco. Eu queria, mas não a tinha. Eu não podia permitir que me afastassem dela. Eu a desejava, sempre mais. - Num dia de descontrole eu bati o carro, quebrei tudo dentro de casa e quase matei minha irmã. - Eu estava louco, desesperado, precisava dela... - Hoje tenho 39 anos. Estou internado num hospital, sou inútil e vou morrer abandonado pelos meus pais, pelos amigos e por ela. - Sabe qual o seu nome? - Cocaína.

 - Devo a ela minha juventude, minha vida, minha destruição, minha morte...Esse desabafo vem assinado por um famoso cantor norte-americano que morreu há alguns anos e foi transcrito no jornal interno de uma empresa multinacional, visando alertar pais e filhos sobre o drama de pessoas que se tornam dependentes de drogas. Hoje o texto circula pela Internet, e é dedicado a todos os jovens apaixonados por ela, ou não, para que meditem sobre esse tipo de obsessão que não leva a nada, só destrói. É um alerta aos pais de que é necessário
preencher o vazio que se instala no coração dos jovens, para que eles não procurem apoio em braços de falsos amigos, que podem apresentá-los às drogas. E quando se fala em drogas, não imaginemos que o perigo está somente naquelas que são proibidas. Há muito jovem entregando sua saúde, sua juventude, seus sonhos e a sua vida, a esses venenos livres que conhecemos como cigarro e álcool. São drogas socialmente aceitas, mas que têm levado muitos dos nossos moços a um sinistro fim, sob os olhares passivos de pais e de governantes. Quanto vale, afinal, a vida de um jovem? Certamente nem todo o dinheiro arrecadado com impostos sobre a comercialização desses venenos, vale a vida de um cidadão. Mas é preciso que as famílias acordem para essa triste realidade e tomem providências urgentes. De nada vale cruzarmos os braços e criticar as fábricas de cigarros e de bebidas alcoólicas, pois se não houvesse consumidores os produtos não estariam à venda. O que temos que fazer, como cidadãos conscientes da necessidade de mudar esse quadro, é agir diretamente junto à raiz do problema. E vamos encontrá-la na intimidade de cada lar, onde os pais dão o exemplo e sustentam os vícios dos filhos, por não terem, eles mesmos, força e coragem suficientes para romper com seus próprios vícios. Que o desabafo do cantor que perdeu tudo para a cocaína sirva de alerta para todos nós, e que possamos fazer algo positivo para ajudar nossos jovens a não seguir pelo mesmo caminho.

Autor Desconhecido